
Foi assim num repente.
Estamos, pois em pleno orgasmo político – mediático.
No Uótugaita à nossa moda com escutas, espias e intrigas, lá como cá. Quem duvida!?
Pena o enxame de filhotes do cavaquismo, tantos, coitados … Arrumados nos negócios e nas delícias dos poisos milionários, muito e agora em pânico. Que o “sucesso”, mito cavaquista, aparece ingrato, volátil, “perdigão perdeu a pena, não há mal que lhe não venha” dizia o vate.
É o fim do cavaquismo!
Soares deve estar com um ataque de gargalhadas nesta brisa de Outono. Amen.
Vasco de Castro
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